Porto Alegre abre a segunda fase dos Jogos Abertos

A prefeitura de Porto Alegre promove a partir desse mês a segunda fase do torneio esportivo Jogos Abertos. O projeto destinado a jovens de 10 a 18 anos teve seu inicio em 1955 e foi chamando Jogos nas Praças. Em 1988 os jogos foram reeditados e passaram a ser feito nos ginásios das escolas publicas. Com a inserção das escolas particulares e dos clubes a competição passa a ser denominado de Jogando em Porto.

Em 2004 com a troca de governo municipal os jogos passam a ser conhecidos como Jogos Abertos.
O handebol também é praticas esportiva do campeonato e foi inserido no calendário da competição em 1998. Os jogo das finais da série A já foram encerrados, mas a série B ainda esta em andamento. A professora Vera Lúcia Roratto Carvalho, responsável pela parte do handebol no campeonato, disse em entrevista que a serie B ainda esta indefinida, já que nesta fase os jogadores são mais novos e o andamento da competição faz com que haja uma maior integração entre eles.
Para a professora é preferível que o handebol seja praticado a partir dos 10 ou 12 anos, antes o ideal seria que praticassem o preesporte, que exige menos dos pequenos, tanto que os jogos destinados a eles e composta por um numero menor de jogadores, que não tem uma posição fixa em quadra.

Vera defende que apesar do handebol ser um esporte de contato ele não e violento, porém o necessário que haja qualidade técnica e a arbitragem deve ter um bom nível.

Para Juca Farias Oliveira os jogos abertos serve para uma inclusao social incrivel, ja que as criancas tem a oportunidade de conhecer gente de todos os cantinhos da cidade. Ele participou da edicao dos Jogos Abertos no ano de 1990 e quando os jogos de chamavam Jogando em Porto. Juca Oliveira disse que no periodo em que participou da competicao fez grandes amigos que mantem contato ate hoje.
Mais informações sobre a competição e o calendário desse e de outros esportes se
encontra no site:http://www.portoalegre.rs.gov.br/sme


 

 

Jogadores de handbol tem dificuldades de encontar locais para jogar

Os praticantes de handebol se deparam com um problema grave para a prática do esporte na cidade de Porto Alegre, já que há falta de espaços e até mesmo escolinhas.
Os clubes da capital gaúcha foram procurados e questionados sobre o fato de não disponibilizarem espaços para os jogos de handebol. Muitos afirmaram que a procura entre os sócios e os não-sócios é muito pequena e não vale à pena investir no esporte. A assessora de esportes do Leopoldina Juvenil, Andrea Monticelli disse que por ter no tênis o seu principal esporte, a procura pelo handebol quase não existe.
Foram encontrados dois clubes que tem turmas de iniciação no esporte. A Associação Cristã de Moços, que fica na Rua Washigton Luiz, 1050 e o Lindóia Tênis Clube, que fica na Travessa Gustavo Cramer, 90, ambos na cidade de Porto Alegre. O professor Pedro Paulo Guimarães é coordenador e ministra as aulas de handebol no clube Lindóia. Ele foi um dos responsáveis, junto com o professor Fabiano pelo amistoso que aconteceu entre a turma de iniciação do clube e a turma do Colégio Sinodal Salvador, no dia 15 de setembro de 2009. Para o professor Fabiano do Colégio Salvador, quanto mais cedo se começa o esporte melhor e o condicionamento físico, sendo que a idade recomendada para a iniciação é entre 7 e 9 anos.
A ACM (Associação Cristã de Moços) também disponibiliza aulas de handebol nas terças e quintas, das 16 horas às 20h 30min, na faixa etária dos 12 a 20 anos, tanto no feminino quanto no masculino. O coordenador do esporte da associação Leandro Tavares Cardoso relata que “a procura é baixa, pois tem pouco incentivo” para ele o esporte não precisa apenas de incentivos, mas também de iniciação nas escolas.

Handeboll

Para auxiliar no entendimento desta prática esportiva vamos apresentar um quadro resumido de regras, participantes e situações de jogos para aqueles que ainda não conhecem e ou querem aprender um pouco mais sobre o handeball.

Atualmente o jogo é realizado em uma quadra de 40 metros por 20 metros e o objetivo é colocar a bola dentro de um gol que mede 3 metros de largura por 2 metros de altura. Cada time conta com 12 jogadores, dos quais sete podem ficar na quadra. Desses jogadores, seis jogadores jogam na linha e um é o goleiro, que além de defender a sua meta, pode atuar como um jogador de linha.
Árbitros – os dois árbitros atuam em conjunto nos lances de defesa e ataque de ambos os times. Eles agem em cooperação e suporte mútuo e observam, além do foco do jogo, todos os outros jogadores.
Área de gol – fica entre a linha de fundo e a linha de 6 metros. Somente o goleiro pode permanecer na área de gol. O atacante que penetra essa área é castigado com um tiro livre; se for propositadamente e não tiver a posse da bola, será dado lance livre. O jogador que invadir a área de gol, depois de ter lançado a bola, não estará sujeito a qualquer punição, desde que isso não resulte em prejuízo para a ação do adversário.
Arremesso de entrada – utilizado na lateral da quadra para reiniciar a partida depois de a bola ter saído pelas linhas laterais.
Arremesso de saída – arremesso feito da linha central, utilizado para reiniciar o jogo.
Bola ao chão – é marcada quando, mantida a bola dentro da quadra e fora das áreas de goleiro, ocorrer: falta simultânea de jogadores das duas equipes; interrupção do jogo por qualquer motivo ou razão que não se caracterize como infração às regras.
Cartão amarelo – serve para advertir qualquer atleta ou técnico. Aplicado em algumas faltas, por reclamações ou quando após uma infração o jogador não deixa a bola no lugar indicado, podendo variar com o critério de cada árbitro.
Cartão vermelho (ou desqualificação) – o jogador que receber o cartão vermelho deve retirar-se da quadra, não podendo nem permanecer no banco de reservas e nem voltar para a partida. O time permanece durante dois minutos com um jogador a menos e depois pode completar a equipe com outro jogador. O jogador que receber a quarta punição de dois minutos é automaticamente desqualificado.
Cronometrista – é quem controla o tempo da partida, também sentado à mesa de arbitragem. Possui um cronômetro que deve ser paralisado toda vez que os juízes ou os técnicos dos times assim solicitarem. Também é sua função cronometrar os lances de dois minutos, sendo ele o responsável pela volta do atleta ao jogo.
Dois minutos – punição que obriga o jogador a permanecer fora da partida durante dois minutos, depois dos quais pode retornar ao jogo com permissão da mesa de arbitragem. Durante este período o time fica com um jogador a menos. A punição é geralmente aplicada à faltas desnecessárias e substituições incorretas.
Escanteio – o lance de escanteio é ordenado desde que a bola tocada pela equipe defensora ultrapasse a linha de fundo (sem que o goleiro tenha tocado na bola). É executado no ponto de intersecção entre a linha de fundo e a linha lateral, do lado onde a bola saiu.
Exclusão – recurso extremo da arbitragem, utilizado apenas em casos de agressão física e verbal. O jogador que sofrer exclusão não pode voltar a quadra e nem se sentar no banco de reservas, e seu time permanece até o fim da partida com um jogador a menos.
Fundo central – um jogador central que atua no meio da quadra. Ele coordena o ataque e a defesa de sua equipe ou tenta penetrar na defesa do time adversário.
Gol – o gol só vale se a bola ultrapassar inteiramente a linha, por dentro da baliza.
Goleiro – é o único jogador que pode se deslocar para qualquer posição da quadra. O goleiro também é o único que pode parar ou rebater a bola com os pés (mas isso apenas na sua área, fora dela deve jogar como qualquer jogador de linha).
Lance de sete metros – ocorre após a execução de uma falta grave sobre o adversário. No momento da cobrança, os jogadores de defesa e ataque deverão permanecer atrás da linha de nove metros. O jogador que for cobrar deverá manter um pé fixo perante a linha de sete metros, não podendo invadi-la ou mover este pé.
Lance lateral – é ordenado quando a bola ultrapassa totalmente a linha lateral. Ao ser cobrado, o jogador deverá manter um pé sobre a linha e o outro fora da quadra. Caso isto seja desrespeitado, o árbitro poderá ordenar nova cobrança de lateral ou aplicar reversão, dando o direito da cobrança para a equipe adversária.
Lance livre – é ordenado nos casos de entrada ou saída irregular de um jogador; mau comportamento; faltas cometidas pelos jogadores na área de gol; lançamento intencional da bola para sua área de gol; faltas do goleiro; execução ou conduta irregular nos lances de lateral, escanteio, tiros de meta e de sete metros; e atitude antidesportiva.
Linha do gol –a bola precisa passar por essa linha para ser validado o gol.
Manejo da bola – é permitido lançar, bater, empurrar, socar, parar e pegar a bola, não importa de que maneira, com a ajuda de mãos, braços, cabeça, tronco, coxas e joelhos; segurar a bola durante o máximo de três segundos, mesmo ela estando no chão; e dar o máximo de três passos com a bola na mão. É proibido conduzir ou manejar a bola com os pés.
Pivô – jogador que atua em volta da linha de seis metros.
Tiro de meta – é ordenado quando a bola toca em um jogador da equipe que ataca ou no goleiro do time que defende e ultrapassa a linha de fundo. O tiro de meta é cobrado dentro da área do goleiro e só ele pode recolocar a bola em jogo.
Para maiores informações acesse:

fontes: http://www.cti.furg.br/~marcia/a04_jogos/handball.htm, http://www.arq.ufsc.br/…/site/quadras.htm.