Torneio na Espanha inicia o ano para o Brasil

A seleção masculina terá a primeira partida do ano já no dia 3 contra a Suécia. Foto: Divulgação/ Photo&Grafia

A seleção masculina terá a primeira partida do ano já no dia 3 contra a Suécia. Foto: Divulgação/ Photo&Grafia

O ano de 2014 vai começar com tudo. Para iniciar os trabalhos a seleção brasileira masculina de handebol embarca já no dia 1º de janeiro para a Espanha para participar do torneio amistoso Memorial Domingos Bárcenas, onde jogará contra os donos da casa, o Egito e para começar a Suécia que será dia três, às 13h30, horário de Brasilia.

Assim como o técnico Morten Soubak, o espanhol Jordi Ribera procura mesclar a experiência, que já disputaram mundiais e competições do adulto, com a jovialidade daqueles que disputam as categorias Júnior e Juvenil, afim de preparar o melhor elenco para 2016. Em entrevista ao site da CBHb o goleiro Rick, um dos mais experientes, salientou que os atletas mais novos devem ter o contato com equipes e competições internacionais para um  desenvolvimento mais rápido.

A experiência também foi importante na hora de repensar a seleção. No retorno do técnico Ribera, já no Pan-Americano de Guadalajara começou a renovação visando um bom nível nas olimpíadas e que o 13º lugar no Mundial da Espanha já foi a prova de que a integração da nova geração do handebol está sendo rápida.

O torneio acontece em Madri e vai até o dia cinco, quando o Brasil encara o Egito às 8h. Antes disso no dia quatro o adversário é a Espanha, às 14h30.  Confira os convocados:

Goleiros

Luiz Ricardo Milles do Nascimento (Metodista/São Bernardo/Besni-SP) e Maik Ferreira dos Santos (TCC/Unitau/Fecomerciários/Tarumã/Taubaté-SP).

Armadores

Arthur Malburg Patrianova (Naturhouse La Rioja-Espanha), Fernando José Pacheco Filho (Esporte Clube Pinheiros-SP), Guilherme Valadão Gama (Associacón Deportiva Ciudad de Guadalajara-Espanha), José Guilherme de Toledo (Aceu/Univali/FME Balneário Camboriú-SC), Oswaldo Maestro Guimarães (Esporte Clube Pinheiros-SP) e Thiagus Petrus Gonçalves dos Santos (Naturhouse La Rioja-Espanha).

Centrais

Diogo Kent Hubner (Metodista/São Bernardo/Besni-SP), Henrique Selicani Teixeira (Metodista/São Bernardo/Besni-SP) e João Pedro Francisco da Silva (FC Bracelona-Espanha).

Pontas

Arthur Medeiros Ataliba de Sousa (Esporte Clube Pinheiros-SP), Felipe Borges (Montpellier-França), Fábio Rocha Chiuffa (Metodista/São Bernardo/Besni-SP) e Wesley de Freitas (Metodista/São Bernardo/Besni-SP).

Pivôs

Alexandro Pozzer (Associacón Deportiva Ciudad de Guadalajara-Espanha) e Leonardo Domenech de Almeida (Reale Ademar-Espanha).

Comissão técnica

Técnico: Jordi Ribera
Assistente técnico: Hélio Lisboa Justino
Supervisor: Cássio Marques
Preparador físico: Luiz Antônio Luisi Turisco
Fisioterapeuta: Gustavo Pereira Barbosa
Psicóloga: Anahy Vieira Couto

Da Sérvia para a história

A publicação conta através de fotos e depoimentos a conquista do handebol. Foto: Divulgação / BB Editora

A publicação conta através de fotos e depoimentos a conquista do handebol. Foto: Divulgação / BB Editora

Depois de uma estrada longa nossas meninas chegaram a tão sonhada medalha de ouro na Sérvia. Para homenagear a conquista inédita da seleção feminina a  BB Editora lança um livro que conta com fotografias de profissionais e de arquivo pessoal que ainda contará com o depoimento das atletas e comissão técnica a trajetória no Mundial da Sérvia de 2013 até o pódio .

O diretor geral da editora, Baroni Neto, destacou que na mesma semana da conquista a empresa fechou um contrato para publicação de obras relacionadas a esportes olímpicos. “Campeãs mundiais – O momento histórico do handebol brasileiro” tem lançamento previsto para o início de 2014 e contará com a presença das campeãs.

Babi recebe homenagem da cidade de Novo Hamburgo

Babi recebe homenagem do prefeito de Novo Hamburgo./ Foto: Bruna Provenzano

Babi recebe homenagem do prefeito de Novo Hamburgo./ Foto: Bruna Provenzano

Ontem, 26 de dezembro, a goleira da Seleção Brasileira, Bárbara Arenhardt, a Babi, foi recebida pelo prefeito de Novo Hamburgo (RS), Luis Lauermann, em homenagem a conquista do Mundial Feminino de Handebol. Na cerimônia, realizada no Gabinete do Prefeito, a atleta de 27 anos mostrou a medalha conquistada e foi presenteada com o livro Novo Hamburgo – A cidade se revela. Lauerman destacou o orgulho que a cidade está sentindo de Bárbara. “Esta conquista é fruto da dedicação e do trabalho da Babi. É um orgulho para nós recebermos uma campeã mundial”.

Para o secretário de Esporte e Lazer, Ricardo Ritter, o Ica, a vitória no mundial e o fato da melhor goleira da competição ser da cidade é um estímulo a mais para os futuros esportistas. “Ficamos satisfeitos de termos uma medalhista de ouro de handebol em Novo Hamburgo, que é referência do esporte no país”, comemorou.

A família da atleta. Ao lado dela está o prefeito da cidade./ Foto: Bruna Provenzano

A família da atleta. Ao lado dela está o prefeito da cidade./ Foto: Bruna Provenzano

Babi, que é jogadora do Hypo Nö, na Áustria, aproveita os dias de folga ao lado da família. Ela aproveitou a homenagem para destacar que a conquista foi “um passo muito importante e espero que este seja o início do fortalecimento do handebol no país, que já é muito praticado nas escolas”.

Vote em Morten para melhor técnico de handebol do Mundo!

Morten está com a segunda colocação no momento./ Foto: CBhb

Morten está com a segunda colocação no momento./ Foto: CBhb

Agora é a vez de escolher o melhor técnico de handebol feminino do mundo. Morten Soubak, da seleção brasileira, é um dos cinco finalistas e concorre com Kim Rasussen, Martin Ambros, Jan Pytlick e Dragan Adzic.

O melhor treinador será por voto popular. Para votar em Morten basta acessar www.handball-planet.com/best-coach-in-womens-handball-2013/.

Pelas parciais realizadas hoje Kim Rasussen, da seleção polonesa, está na frente com 75% dos votos. Morten possuí a segunda colocação com apenas 11% dos votos.

Brasileiras creem que subirão no pódio nas Olimpíadas de 2016

A pivô Dara confia no título em 2016./ Foto: CBhb

A pivô Dara confia no título em 2016./ Foto: CBhb

Depois de vencerem de forma invicta o Mundial de Handebol 2013, na Sérvia, as atletas da Seleção Brasileira se dizem confiantes e creem que podem subir no pódio nas Olimpíadas de 2016. O otimismo é destacado pela capitã Dara. “É muito mais difícil chegar a um pódio no Mundial do que em uma olimpíada. Nas Olimpíadas, são duas equipes e dois grupos. No Mundial foram 24 equipes e quatro grupos. A dificuldade é bem maior, os cruzamentos bem mais difíceis, e conseguimos”, explicou.

Para Dara o fato dos jogos serem no País aumenta as chances de brigar pelo título e pela medalha de ouro. “A responsabilidade é muito grande. E a chance de conseguir é muito grande também”, concluiu a jogadora.

A tendência é que este grupo seja a base para o time que irá competir nos próximos Jogos Olímpicos. De acordo com Duda Amorim a renovação da seleção feminina acontecerá apenas para 2020. “A gente vai ter que ter uma renovação depois dos Jogos. Eu, particularmente, não sei, vou estar com 30 anos, talvez eu consiga mais uma Olimpíada”, enfatizou a armadora.

Os custos com a preparação para a #Rio2016 é alta. Segundo informações do Governo Federal, as seleções adultas de handebol terão o custeio de R$ 9,4 milhões (R$ 3 milhões do Ministério do Esporte, R$ 4,4 milhões do Banco do Brasil e R$ 2 milhões dos Correios). O valor bem mais alto do que foi investido na seleção feminina para as Olimpíadas de Londres, que girou entorno de R$ 5,4 milhões.

*Com base em textos da EBC.