Feliz 2016!!!

Feliz Ano Novo! Um 2016 cheio de glórias, sucesso, harmonia, dedicação e muito handebol!

Tenha um ótimo ano!

#Rumo2016

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Handebol invadirá as areias de Itajaí

As atividades de verão incluem o handebol de areia/ Foto: FMEL

As atividades de verão incluem o handebol de areia/Foto: FMEL

O handebol invadirá as areias de Itajaí (SC) neste verão. O esporte faz parte do programa de verão da Secretária Municipal de Esportes. O programa este desenvolvido para incentivar a prática esportiva dos veranistas, além de dar uma oportunidade de entretenimento.

As atividades começaram nesta segunda-feira, 4 de janeiro, e seguirá durante todo o verão. O Handebol de Areia será no dia 23 de janeiro. Confira abaixo toda a programação:

Itajaí Ativo na Praia
De 4 a 29 de janeiro (segunda a sábado)
Molhes da Atalaia
9h, 18h e 18h45

Beach Soccer
De 9 de janeiro a 13 de março (sábados e domingos)
Arena Atalaia e Molhes da Atalaia
A partir das 17h

Rodas ao Mar
Dias 9 e 10 de janeiro e 27 e 28 de fevereiro
Molhes da Atalaia
Nos sábados das 15h às 18h e domingos das 09h às 12h

Rugby
16 e 17 de janeiro
Arena Atalaia
Das 10h às 16h

Handebol de Areia
23 de janeiro
Molhes da Atalaia

Surf
30 de janeiro
Atalaia ou Praia Brava
Das 08h às 17h

Vôlei de Areia
13 e 14 de janeiro
Arena Atalaia

Basquete de Areia
2 e 21 de fevereiro
Molhes da Atalaia
A partir das 9h

Frescobol
27 e 28 de fevereiro
Molhes da Atalaia
Das 9h às 17h

Clínica de Futebol (até 15 anos)
De 11 de janeiro a 5 de fevereiro (segundas, quartas e sextas-feiras)
Molhes da Atalaia (arena)
Das 18h às 19h30

Clínica de Voleibol (livre)
De 12 de janeiro a 4 de fevereiro (todas as terças e quintas-feiras)
Molhes da Atalaia (postes)
Das 18h às 19h30

Sporting começa Handball Cup com vantagem

As equipes do Sporting começaram da melhor forma a participação no Handball Cup, um dos torneios mais concconceituados handebol de formação do País, conseguindo um total de quatro vitórnoutros jogostantos primeiro dia de competição.

A equipe juvenil, os ‘leões’ iniciou o grupo D com uma vitória por 18-17 frente ao ABC. Na outra partida da rodada, o FC Porto B bateu o Avanca por 29-27.

Já os cadetes começaram o grupo A com dois jogos e outros tantos triunfos: 21-18 ao Sp. Espinho e 38-21 frente ao Carvalhos. Nos outros encontros do dia, o Sp. Espinho goleou o Feirense B por 37-9; o Carvalhos venceu o Almada por 27-23; e, mais tarde, o mesmo Almada bateu o Feirense B por 33-13.

Por fim, os infantis golearam o FC Porto por 32-21 na primeira ronda do grupo A. No outro jogo, o São Pedro do Sul ganhou ao Rio Tinto por 32-22.

Convocada a Seleção Brasileira Feminina Juvenil

Na segunda-feira, 28 de dezembro, foi convocada a Seleção Brasileira Feminina Juvenil, pelo treinador Cristiano da Rocha Silva. As atletas se reunirão a partir do dia 13 de janeiro de 2016, no Sesi-Blumenau (SC), e ficaram concentradas até o dia 23.

Essa é a primeira fase de treinos das Seleções de Base que está passando por uma intensa reestruturação. Foram convocadas as jogadoras do juvenil:

Goleiras: Geandra Leoncio R. de Souza (ACES), Jéssica Gomes Antunes (Corinthians), Nathália Wünsch (Balcan/FMEBC) e Renata Laís de Arruda (Português do Recife);

Armadoras Direita: Amanda Caroline Mittelstãdt Stein (Colégio Santa Catarina), Gabriela Glausson Bitolo (E.C. Pinheiros), Iasmim dos Santos Albuquerque (Português do Recife) e Thalyta Vitória Cardoso de Almeida (Colégio Santa Catarina);

Armadoras Esquerda: Giulia de Pieri Santos (Metodista/São Bernardo), Larissa Fernanda da S. Nascimento (PM de Matias Barbosa) e Mariana Rodrigues Lemos (E.C. Pinheiros);

Pontas Esquerda: Abyda Rafaela Pereira de Jesus (Campo Verde Handebol Clube), Andressa Johann Widthauper (Colégio Santa Catarina) e Jamily Beatriz Nascimento Félix (Português do Recife);

Pontas Direita: Handara Vitória B. Fernandes Walter (Português do Recife), Maria Eduarda dos Santos (E.C. Pinheiros) e Wendy Sthephany Victor da Silva (Grêmio CIEF);

Pivô: Ana Carolina Pereira (Vila O. Greip da Penha), Bruna Nascimento Baptista (Colégio Eduardo Gomes), Paloma Pereira da Silva (Metodista/São Bernardo) e Rafaela Mendes Faure (E.C. Pinheiros);

Centrais: Gabriela Longarço Mendes (E.C. Pinheiros) e Kadija Casemitro.

Daniel Cubano treinará a Seleção Júnior Feminina

Nesta semana foi divulgado pelo Tchê Esportes que Daniel Cubano irá comandar a Seleção Brasileira Júnior Feminina. Ele continuará na frente da Seleção Feminina Universitária, que conquistou o Mundial da categoria em 2014. A alteração faz parte da reestruturação que a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) está realizando nas seleções de base.

Cubano disse ao Tchê Esportes que está muito feliz com a notícia e a nova tarefa de fazer parte do grupo de treinadores da base brasileira. A Seleção Brasileira Júnior também ficará concentrada em janeiro, de 16 a 22 de janeiro, no entanto, antes de fazer a convocação Cubano conversará com o técnico da Seleção Brasileira Adulta Masculina, Jordi Ribera. A reunião entre os treinadores estará agendada para o dia 4 do próximo mês.

*Por erros na atualização este texto perdeu partes importantes. Já corrigimos o erro.

ABC/UMinho (POR) é o campeão do Linburgse Handball Dagen

Partida final/ Foto: Linburgse Handball Dagen

Partida final/ Foto: Linburgse Handball Dagen

O ABC/ UMinho, de Portugal, é o campeão do Linburgse Handball Dagen, torneio holandês disputado de 27 a 29 de dezembro. A competição é tradicional, realizada desde 1988, e ocorre interruptamente há 27 anos.

Na grande final realizada nesta terça-feira, a equipe portuguesa encarou o Viking Handball, da Noruega. O jogo foi bastante disputado, mas acabou com a vantagem e a vitória do ABC, por 34 a 28.

O campeonato é divido em duas fases, a primeira em dois grupos, e após acontecem as semifinais. A classificação geral do Linburgse Handball Dagen é a seguinte:

1º ABC/UMinho (POR)
2º Viking Handball(NOR)
3º Targos Bevo HC (HOL)
4º OCI-LIONS (HOL)
5º HC Dukla Praha (R.TCH)
6º AHC Potaissa Turda (ROM)
7º Sydney Uni HC (AUS)
8º RK “Sloga” Požega (SER)

Linburgse Handball Dagen acontece desde 1988, e no princípio jogaram as mais importantes equipes holandesas, entre elas Lions Clube de OCI Limburg e Targos/Bevo HC. Naquele ano Mai Moscovo venceu o Herschi/V&L, por 16 a 13. De lá para cá o torneio se tornou tradição no País, e times de diferentes locais do planeta fizeram e fazem parte da competição, entre estes países estão times da Espanha, Alemanha, Dinamarca, Croácia, Hungria, Rússia, Suécia, Noruega, França, Portugal, aIsrael, China, Japão, Coreia, Tunísia, Ucrânia e Autrália.

O torneio acontece anualmente nos dias 27, 28 e 29 de novembro na cidade de Limburgo.

O campeonato não conta apenas com os jogos, pois artistas europeus também fazem parte do evento. O time com maior número de títulos é Viking Stavanger (NOR) que é tricampeão (1995, 1997 e 1999). Na edição passada, em 2014, Permskie Medvedi (RUS) foi o grande campeão.

Jordi Ribera exalta importância da base em entrevista

Técnico deixou clara a importância das equipes de base para o crescimento do handebol. Foto: Divulgação/CBHb

Técnico deixou clara a importância das equipes de base para o crescimento do handebol. Foto: Divulgação/CBHb

Em entrevista ao site da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb) o técnico Jordi Ribera exaltou a importância das equipes de base, além da crescimento do handebol brasileiro nos últimos anos. O técnico espanhol está a frente da seleção masculina de handebol do Brasil desde 2012 onde tem realizado um trabalho de integração entre as seleções masculinas, confira a entrevista:
Os Acampamentos Nacionais de Desenvolvimento e Melhoria Técnica são o grande projeto para revelar novos talentos no Brasil. Como você trabalha com esse projeto?
Temos que pensar, evidentemente, na Seleção Adulta. Mas para abastecer o time principal com atletas, temos que ter uma boa categoria de base. Foi com que essa intenção que os Acampamentos foram criados. De 2005 a 2007, tínhamos atividades com 120 jogadores e capacitação técnica para treinadores em Acampamentos Nacionais. Porém, era difícil que muitos jogadores e treinadores de Estados mais afastados participassem dos encontros. Então, a partir de 2012, foram criados os Acampamentos Regionais, nos quais nós vamos até os Estados mais distantes e avaliamos um grupo mais reduzido de jogadores. Com isso, escolhemos alguns atletas para participarem posteriormente dos Acampamentos Nacionais. Em 2014 incorporamos também os cursos para árbitros dentro dos Acampamentos. Então, o projeto ajuda na revelação de jogadores e na capacitação de técnicos de árbitros.
O projeto foi aprovado em 2012 e o último aditivo foi finalizado em 31 de março de 2015. Infelizmente, o projeto dos Acampamentos não pôde ser executado esse ano, já que o Ministério do Esporte não abriu edital e não houve recursos para continuarmos o trabalho. Esse projeto é financiado pelo Ministério do Esporte em parceria com a Confederação Brasileira de Handebol e o SESI de Blumenau (SC). Ele está pronto, com alguns incrementos e aguardando a chamada pública. Ainda assim, em 2015, trabalhamos fortemente com as Seleções Juvenil e Júnior, já que neste ano tivemos os Mundiais dessas categorias.
O handebol masculino, sob sua coordenação, vem fazendo um forte trabalho de busca por novos atletas pelo Brasil. Para contribuir com esse projeto, você conta com a ajuda de técnicos espalhados pelo Brasil. Qual é essa contribuição?
Fizemos muitas atividades que integraram técnicos de várias regiões do Brasil e isso abriu um canal de comunicação entre nós. Quando eles voltam para os Estados de origem, continuam entrando em contato comigo. Quando surge um novo talento, os técnicos nos comunicam e depois nos encontramos novamente nas diversas competições que são realizadas durante o ano para conversar e ver esses atletas. Isso é muito importante, porque o handebol é praticado em todo o Brasil e porque o País é muito grande e é impossível estar presente em todos os lugares.
Você vai em praticamente todas as competições de categorias de base durante o ano. Em quantas você foi desde que assumiu a Seleção?
Não sei ao certo, mas foram muitas. Estamos em praticamente todas as competições. Se não posso estar em alguma, vai outra pessoa da comissão técnica acompanhar. Este ano, fomos aos Campeonatos Brasileiros Infantil, Cadete, Juvenil e Júnior, nas duas categorias dos Jogos Escolares da Juventude, entre outros campeonatos de jovens e de adultos também.
Por quantos Estados dos Brasil você já passou para conhecer esses jovens?
Dos 26 Estados do Brasil, mais o Distrito Federal, já passei por 24, contando minhas duas passagens pela Seleção. Só faltam Maranhão, Tocantins e Rondônia. Quem sabe eu não visite esses locais nos próximos anos?
Sabemos que você acompanha, inclusive, garotos que jogam em escolas, o que é mais difícil em relação aos que atuam em clubes. Como você encontra esses jovens?
Depois dos acampamentos que fizemos, quando vamos em competições, quase todos os jogadores estão cadastrados. Porém, quando estamos nos Jogos Escolares da Juventude, sempre encontramos novos atletas com categorias que ainda não trabalhamos. É difícil ter informação de todos esses garotos e aí entra aquele auxílio dos treinadores dos outros Estados que falamos anteriormente. Eles nos ajudam com informações desses meninos.
Você tem um banco de dados de jogadores de várias partes do Brasil. Quantos atletas você tem cadastrados e como acompanha a evolução deles?
Jogadores que trabalhamos presencialmente, nos acampamentos ou Seleções de base, são cerca de 1500 atletas cadastrados de todos os Estados do Brasil. Temos uma ficha com altura, peso, data de nascimento, clube, entre outras informações. Quando eles são chamados para algum encontro, nós atualizados essa ficha para acompanhar a evolução física e técnica de cada um.
Em quanto tempo você acha que os resultados de todo esse trabalho vão começar a aparecer?
Os resultados já estão aparecendo. Já passamos a Argentina e somos hegemonia na América. Vencemos os Pan-Americanos Cadete (representado pelo Esporte Clube Pinheiros), Juvenil e Júnior, além dos Jogos Pan-Americanos de Toronto. Nos Mundiais Juvenil e Júnior, desde 2013, estamos entre os dez primeiros colocados, fato que a Alemanha, por exemplo, não conseguiu fazer. Nos Mundiais Adultos, conseguimos a melhor colocação da história em 2013 e fizemos jogos do mais alto nível em 2015. Além disso, conquistamos resultados importantes como o do Torneio da Polônia, em março deste ano, quando vencemos na final os donos da casa, que ficaram em terceiro lugar no Mundial do Qatar, e conquistamos o torneio.
Você viaja o País e acaba conhecendo diversos projetos de incentivo ao handebol. Como você vê esse trabalho? Tem algum que merece destaque?
Todos os Estados são diferentes. Alguns têm mais infraestrutura e o esporte é mais desenvolvido, mas o mais importante é que, de alguma maneira, o handebol é praticado em todos os Estados e sempre há uma pessoa trabalhando muito pelo esporte, o que é importante para revelar novos talentos. Há muitos trabalhos bem feitos sendo realizados no Brasil, então, dar exemplos é difícil, ainda mais pela dimensão do Brasil. Posso citar alguns e esquecer de outros, mas em todos os Estados existem um ou mais projetos importantes para a modalidade.
Além dos jovens, você sempre está nos campeonatos nacionais e internacionais para monitorar os jogadores. Como você consegue acompanhar todas essas competições?
Temos informações diretas dos técnicos da maior parte dos jogadores que estão na Europa. Além disso, conseguimos acompanhar pela internet quase todos os campeonatos onde os brasileiros estão atuando no exterior. Então, podemos fazer um acompanhamento visual do jogo, mas também conversamos com os técnicos sobre o dia a dia. Ainda viajo constantemente para a Europa para assistir aos jogos e conversar com os atletas. No Brasil, caso não possa acompanhar, alguém da comissão técnica grava a partida e envia para mim. Faço uma análise de todas as situações positivas e negativas que os jogadores fizeram e depois entro em contanto para passar o que eles podem melhorar.
Você tem feito um trabalho em conjunto com os técnicos das categorias de base para que todas as Seleções treinem com as mesmas características táticas. Qual o objetivo desse trabalho?
É importante que todos esses jogadores tenham um padrão de jogo, porque à medida que eles sobem de categoria, eles não notam muito a diferença. Todas as categorias têm a mesma linguagem. Então os atletas vão evoluindo dentro do mesmo sistema tático. Se esse jogador encontrasse outro estilo de jogo, ele teria que recomeçar tudo de novo. Aqui não. Em nosso processo, o jogador sempre se identifica por onde passa e não precisa se readaptar.

Janeiro tem curso de Arbitragem de Handbeach

 

Curso abre inscrições no dia 11 de janeiro. Arte: Federação Paulista.

Curso abre inscrições no dia 11 de janeiro. Arte: Federação Paulista.

A Federação Paulista de Handebol realiza nos dias 15 a 17 de janeiro um curso de arbitragem de Handbeach na Praia Grande. Para participar os interessados devem realizar as inscrições, com investimento de R$200, a partir de 11 de janeiro e pode obter informações pelo número (11) 27962241 ou pelo site da Federação.

O curso será ministrado pelos árbitros internacionais Wanderson Robson de Oliveira e Sidney Santos.

 

CBHb recebe mais de 4 milhões de investimento

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Confederação Brasileira de Handebol receberá mais de 4 milhões. Foto: Montagem COB

As Confederações Brasileiras Olímpicas serão contempladas com R$ 131 milhões dos recursos da Lei Agnelo/Piva em 2016. Para distribuir os recursos às entidades, o Comitê Olímpico do Brasil* (COB) levou em conta todas as fontes de receita de cada Confederação no planejamento anual da modalidade, tais como patrocínios, convênios com o Ministério do Esporte, Plano Brasil Medalhas e projetos da Lei de Incentivo ao Esporte, entre outros. O objetivo foi garantir que as principais ações planejadas para 2016 estejam cobertas por alguma fonte de recursos. A Lei Agnelo/Piva destina 1,7% do prêmio pago aos apostadores de todas as loterias federais do país ao COB.

Para 2016, o COB trabalha com uma estimativa de arrecadação de R$ 220 milhões. Dos recursos recebidos, o COB é obrigado por lei a investir 10% no esporte escolar (R$ 22 milhões estimados para 2016) e 5% no esporte universitário (R$ 11 milhões em 2016).

Dos cerca de R$ 187 milhões restantes estimados, R$ 98.280.600,00 serão aplicados diretamente nos programas das 29 Confederações Brasileiras Olímpicas, exceto a de futebol. Outros R$ 32.719.400,00 serão aplicados pelo COB em projetos alinhados ao planejamento estratégico de preparação de atletas e equipes para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Com isso, as Confederações serão contempladas com um total de R$ R$ 131 milhões, R$ 13,3 milhões a mais do que o orçado em 2015.

Os valores que serão repassados diretamente a cada uma das Confederações Brasileiras Olímpicas de Verão em 2016 partem de um mínimo anual de R$ 2.235.200,00 a um teto de R$ 4.554.000,00 repassados a cinco Confederações: Atletismo, Desportos Aquáticos, Judô, Vela e Vôlei.

O COB administrará diretamente R$ 56 milhões, que serão investidos na Missão Brasileira no Rio 2016, que inclui as bases de treinamento antes e durante os Jogos Olímpicos (ex: Urca e Escola Naval), no Instituto Olímpico Brasileiro (IOB), no Centro de Treinamento Time Brasil, na Missão Brasileira nos Jogos Olímpicos de Inverno da Juventude Lillehammer 2016 e nas atividades operacionais e administrativas da entidade.

Confira a tabela de contemplados:

Confederações de Verão:

Atletismo – R$ 4.554.000,00
Badminton – R$ 2.481.600,00
Basquetebol – R$ 4.334.000,00
Boxe – R$ 3.836.800,00
Canoagem – R$ 3.836.800,00
Ciclismo – R$ 3.836.800,00
Desportos Aquáticos – R$ 4.554.000,00
Esgrima – R$ 2.358.400,00
Ginástica – R$ 4.389.000,00
Golfe – R$ 2.358.400,00
Handebol – R$ 4.389.000,00
Hipismo – R$ 4.389.000,00
Hóquei sobre a Grama – R$ 2.358.400,00
Judô – R$ 4.554.000,00
Levantamento de Peso – R$ 2.358.400,00
Lutas Associadas – R$ 2.728.000,00
Pentatlo Moderno – R$ 2.604.800,00
Remo – R$ 3.344.000,00
Rugby – R$ 2.358.400,00
Taekwondo – R$ 2.358.400,00
Tênis – R$3.344.000,00
Tênis de Mesa – R$ 3.836.800,00
Tiro com Arco  – R$ 2.358.400,00
Tiro Esportivo – R$ 3.467.200,00
Triatlo – R$ 3.713.600,00
Vela – R$ 4.554.000,000
Voleibol – R$  4.554.000,00

Confederações de Inverno:

Desportos na Neve – R$ 2.235.200,00
Desportos no Gelo – R$ 2.235.200,00

*Com informações do COB